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Nosso Final Feliz

4 de abril de 2020

(Texto da Enfermeira Aline C. Pintanel)

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No mundo infantil, tudo pode ser explicado de maneira lúdica e com um tom de magia, por isso a nossa Pediatra e Consultora em Aleitamento Materno, Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi (CRM 52381), separou este texto excelente para falarmos do Covid-19 (Coronavírus) com as nossas crianças. Vale lembrar que o conteúdo serve para todas as idades!
Boa leitura!

#RededeApoio #AleitamentoMaterno #AlimentaçãoSaudável

19 de novembro de 2019

Você já ouviu falar em Rede de Apoio à Amamentação? Ela faz toda a diferença para as mamães na hora de amamentar.

Saiba mais sobre o assunto neste texto ótimo do Blog “Pediatria para Famílias” da Sociedade Brasileira de Pediatria:

https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/nutricao/rede-de-apoio-faz-diferenca-no-aleitamento-materno/

Meu filho deve ou não usar chupeta?

30 de outubro de 2019

Esta é uma dúvida frequente das mães, então resgatamos o texto abaixo, do Blog “Pediatra Orienta” para ajudarmos cada uma de vocês a tomar a melhor decisão.

Destacamos esta frase do artigo abaixo como pontapé inicial para falar do tema:

“Manejar a angústia em si e na criança é um aprendizado importante no processo de pensar e ajuda a construir um continente psíquico que será, cada vez mais, capaz de tolerar tensões e desconfortos, tanto para os pais como para o bebê”.

Uso da chupeta: qual a sua função?

 30 DE MAIO DE 2017  BEBÊ / CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO / INFÂNCIA / SINAIS E SINTOMAS

As discussões em torno do uso da chupeta são frequentes entre as várias especialidades materno-infantis. Para os odontopediatras, por exemplo, ela é uma grande vilã, com implicações significativas no desenvolvimento oral. Fonoaudiólogos atribuem ao seu uso o prejuízo na fala e outras funções motoras, mas são os pediatras especialistas em amamentação que mais se preocupam e consideram a chupeta como um grande empecilho no estabelecimento de uma boa relação do bebê com o seio.

Recentemente, em outubro de 2016, o tema ganhou destaque entre esses especialistas gerando uma grande polêmica, quando o uso da chupeta foi recomendado pela Academia Americana de Pediatria como prevenção da Síndrome de Morte Súbita Infantil (SMSI), que tanto apavora pais e pediatras. Tal medida ainda é controversa e não há consenso.

Não pretendemos aqui discorrer sobre os prós e contras, mas convidar os pais a refletirem sobre o lugar que a chupeta ocupa na relação com seus filhos e que, em boa parte das vezes, pode camuflar conflitos e angústias que precisam ser pensados e elaborados de outro modo. Se ela é sinônimo de recurso para situações emocionais de stress, mais do que julgá-la certa ou errada em si, melhor pensar sobre as motivações de seu uso pelos pais.

Crianças a partir de 18 meses

As implicações mencionadas em relação à saúde oral estão relacionadas ao uso excessivo da chupeta, quer seja no tempo de uso diário ou quanto à idade da criança. A exemplo disso evoco a imagem de algumas crianças que fazem uso dela mesmo quando já deixaram de ser bebês, muitas vezes chegando a extremos como 7, 8 e até 10 anos de idade. Por que uma criança que já tem o recurso da fala plenamente desenvolvido precisaria de um aparato sem voz? Certamente essa criança está usando a chupeta para aplacar desconfortos e ansiedades com as quais não sabe como lidar. Seria um modo de silenciar angústias e substituí-las, como acontece em todo vício. Mais tarde, essa satisfação oral pode ser substituída por bebida, comida ou cigarro, caso não tenha sido devidamente elaborada.

O uso da chupeta para crianças que já adquiriram a fala é um alerta. Os pais precisam se perguntar sobre o que se passa com ela. Ao atentarem para os detalhes do hábito perceberão quando ela é buscada – às vezes se intensifica em momentos circunstanciais, como o nascimento de um irmão, mudanças familiares, entrada na escola etc. Cientes do motivo, os pais poderão oferecer a ela um acolhimento afetivo que possa ajudá-la na elaboração do problema, ao invés de distraí-la. Assim, a chupeta aos poucos vai perder sua função psíquica e pode ser abandonada.

Em alguns casos, o uso da chupeta pode representar uma regressão, um modo da criança não enfrentar as dificuldades de uma etapa posterior do desenvolvimento, ou mesmo a recusa dos pais em aceitar que “seu bebê” está crescendo.

Bebês

Que a chupeta acalma o bebê não há dúvida. Mas em quais circunstâncias e como ele precisa ser acalmado?

É comum pais oferecerem chupeta ao bebê tão logo comece a resmungar. Na ausência da fala, os resmungos, choros e gritos são o recurso possível para que o bebê se comunique. A chupeta pode fazer com que ele pare de reclamar, mas não significa que resolveu o desconforto, mas que “se conforma” com o prazer que lhe é oferecido, ainda que paliativo. Se esse for um jeito frequente dos pais “resolverem” seus problemas, o bebê entende que não adianta pedir ajuda e aceita de forma resignada. Isso pode marcar seu aprendizado com experiências de solidão, podendo até mesmo deixá-lo apático e deprimido. Os pais podem querer “calar o bebê” porque sentem-se impotentes e inseguros para atendê-lo. Acreditam não serem capazes de compreendê-lo e acham que, ao parar de chorar, o bebê está confortável, o que nem sempre é verdade.

Para saber o que ele quer, os pais precisam lidar com o próprio desconforto e a angústia que o bebê pode transmitir com seu choro. Precisam fazer o exercício de se colocar em seu lugar para tentar decodificar suas demandas. Nem sempre é fácil, mas a experiência contínua de olhar atentamente para o bebê e se perguntarem sobre o que está acontecendo com ele faz com que aprendam a conhecê-lo aos poucos e descobrem que os choros, resmungos e gritos têm timbres e intensidades diferentes. Constrói-se desse modo uma linguagem entre eles.

Há momentos nos quais a angústia do bebê é tão intensa que inunda o ambiente e impede que os pais possam pensar sobre o que está acontecendo com ele. Desesperados, e também tomados de angústia, os pais usam a chupeta como um jeito de acalmar a si mesmos. É importante que estejam atentos quando isso acontece para retomarem o problema quando já recuperaram o equilíbrio emocional e voltam a ser capazes de interagir e se perguntarem sobre a natureza do choro, em busca de uma compreensão.

Manejar a angústia em si e na criança é um aprendizado importante no processo de pensar e ajuda a construir um continente psíquico que será, cada vez mais, capaz de tolerar tensões e desconfortos, tanto para os pais como para o bebê.

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Relatora
Dra. Denise de Sousa Feliciano

Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.

Publicado em 30/05/2017.
photo credit: weinstock | Pixabay.com

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

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Fonte: http://www.pediatraorienta.org.br/para-que-serve-a-chupeta/

SMAM 2019 – “EMPODERAR MÃES E PAIS, FAVORECER A AMAMENTAÇÃO. HOJE E PARA O FUTURO!”

30 de julho de 2019
A amamentação é um dos melhores investimentos para salvar vidas e melhorar a saúde, o desenvolvimento social e econômico de indivíduos e nações. Embora as taxas globais de iniciação ao aleitamento materno sejam relativamente altas, e apesar das recomendações internacionais, apenas 40% de todos os bebês com menos de 6 meses são amamentados exclusivamente e 45% continuam amamentando até os 24 meses.
Além disso, existem grandes variações regionais e nacionais nas taxas de amamentação. Aumentar a amamentação ideal de acordo com as recomendações poderia evitar mais de 823.000 mortes de crianças e 20.000 óbitos maternos a cada ano. Não amamentar está associado à menor inteligência e resulta em perdas econômicas de cerca de 302 bilhões de dólares americanos por ano. É necessária uma ação organizada para atingir a meta da Assembleia Mundial da Saúde (AMS) de pelo menos 50% de amamentação exclusiva durante os 6 meses até 2025. Existem muitas barreiras à amamentação ideal, sendo uma das maiores a falta de apoio no trabalho para mães e pais.
A amamentação exige um esforço de equipe. Ela também requer informação imparcial com base em evidências e uma cadeia calorosa de apoio para criar um ambiente propício que permita às mães amamentar de forma otimizada. Embora a amamentação seja de domínio da mãe, sua prática tende a melhorar com o apoio próximo do companheiro, família, local de trabalho e comunidade. Como a amamentação envolve a mãe e seus apoiadores mais próximos, é importante adotar uma abordagem inclusiva. A equidade de gênero é alcançada quando levamos em consideração as necessidades de todos os gêneros em relação à amamentação. Uma proteção social equânime de mães e pais que inclua medidas como licenças remuneradas e apoio no local de trabalho pode ajudar a criar um ambiente propício para o aleitamento materno no contexto dos setores de trabalho formal e informal.

Fonte: http://www.ibfan.org.br/site/noticias/smam-2019-empoderar-maes-e-pais-favorecer-a-amamentacao-hoje-e-para-o-futuro.html

O Dia Nacional de Doação de Leite Materno foi comemorado ontem mas todos os dias é importante lembrar da importância deste gesto!

20 de maio de 2019

Confira post do Blog Pediatra Orienta sobre o tema:


Foto: Pixabay

http://www.pediatraorienta.org.br/generosidade-tem-nome-doacao-de-leite/?fbclid=IwAR0Pr9ljCV2VbLLbsKAB94FRgrga_XTeK0WwxfNOphV9qX4VqjOJ1wyACJg

19 de maio: Dia Nacional de Doação de Leite Materno

18 de maio de 2019

#AbraceestaCausa #DoaçãodeLeiteMaterno #DoeAmor

Dra. Ana e Dr. Cezar prestigiam lançamento do livro “É Mamífero que Fala né?”

24 de abril de 2019

Dia 06 de abril, em São Paulo, aconteceu o lançamento do livro “É Mamífero que Fala, né?” (Editora Paulínia), de autoria do pediatra e presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Yechiel Chencinski, e da nutricionista, Vanessa Abreu.

A pediatra e consultora em aleitamento materno, Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi, e o pediatra e Diretor Executivo do Centro Clínico Peruíbe, Dr. Cezar Kabbach Prigenzi, prestigiaram o evento. A médica destaca sua satisfação em estar presente no lançamento do livro: “o Centro Clínico é uma empresa que apoia totalmente a Amamentação. Todas as iniciativas e publicações que a promovam e incentivem nos deixam muito felizes. É muito gratificante estar aqui no lançamento deste livro tão especial! ”
Sobre a obra
O livro apresenta uma linguagem carinhosa, cuidadosa e acessível a todos, ilustrando a importância do aleitamento materno para o crescimento, desenvolvimento e imunidade das crianças. “O aleitamento materno é uma unanimidade mundial. Não há nenhuma dúvida sobre a importância e as ações do leite materno no crescimento, desenvolvimento e imunidade das crianças. Todos nós, profissionais de saúde, reconhecemos a amamentação como a principal fonte de alimentos dos bebês”, afirma o Dr. Moises Chencinski, pediatra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e idealizador do Movimento ‘EU APOIO LEITE MATERNO’ (#euapoioleitematerno).

Como proteger as crianças do sol?

28 de dezembro de 2018

Confira dicas do Blog “Pediatra Orienta” e curta as férias de verão com tranquilidade:


http://www.pediatraorienta.org.br/protecao-solar-para-os-p…/


#VerãoFeliz #ProteçãoSolar #Férias

 

Amamentação X Ciência – Confira matéria sobre Descoberta Científica e Amamentação:

24 de setembro de 2018
JORNAL NACIONAL
Descoberta científica reforça necessidade da amamentação
3 minExibição em 22 set 2018
Bebês melhoram o metabolismo com leite, exclusivamente maternoA imunidade também fica mais eficiente
Veja o vídeo:

#SemanaMundialdaAmamentação2018

1 de agosto de 2018

Hoje, data de abertura da Semana Mundial da Amamentação 2018, vamos compartilhar um texto falando sobre o tema deste ano, escrito pelo presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno, da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Chencinski

 #AgostoDourado #AleitamentoMaterno #AmamentaréAmor

 AMAMENTAÇÃO É A BASE DA VIDA – SEMANA MUNDIAL DE AMAMENTAÇÃO 2018

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Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram sua importância na promoção à saúde, nas questões de alimentação, imunidade, prevenção de doenças,  promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem bio-psico-físico-sociais.

Em 2018 temos a 27ª Semana Mundial de Amamentação, comemorada de 1 a 7 de agosto. Além disso, neste ano, estamos comemorando o nosso segundo Agosto Dourado. Isso quer dizer que teremos um mês inteirinho dedicado à informação e à sensibilização a respeito do aleitamento materno.

E o tema, mais uma vez, diz muito do que é o nosso conceito: Amamentação é a base da vida. A WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) reforça, como foco para este ano, que a amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas, garante a segurança alimentar para crianças, mesmo em tempos de crise, com baixo custo, sem nenhum prejuízo adicional à economia doméstica, contribuindo para se atingir as metas de desenvolvimento sustentável da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Não podemos deixar de associar a essas metas o aleitamento materno desde a sala de parto, exclusivo e em livre-demanda até o 6º mês, estendido até dois anos ou mais.

A base da vida

Mas além dessas propostas, justas e de alcance universal, vale refletir sobre o que seria a base da vida e em que a amamentação poderia contribuir a mais na saúde infantil. O aleitamento materno não começa só após o parto. Esse é um conceito que deve ser transmitido sempre que possível a toda população, de todos os cantos do mundo, para todas as idades, para todos os gêneros, independentemente da situação sócio-econômica-cultural.

Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram a importância do aleitamento materno na promoção à saúde, nas questões de alimentação (nutrição), imunidade, prevenção de doenças (infectocontagiosas, diabetes, obesidade, leucemia, entre outras), promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem bio-psico-físico-sociais.

A amamentação também protege a saúde materna, promovendo, após o parto, o retorno do útero ao seu tamanho normal de forma mais suave e rápida, favorecendo o emagrecimento, prevenindo o câncer de mama, de útero, diabetes tipo 2, depressão pós-parto, entre muitas outras doenças e condições.

A OMS, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, para atingir esses objetivos, um pré-natal adequado, além de uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação para orientações gerais (vacinação, alimentação materna), abordando a escolha do hospital, os tipos de parto, a importância do clampeamento oportuno de cordão, do contato pele-a-pele e da amamentação já na sala de parto, do alojamento conjunto e qualquer outra informação que o casal e a família julgarem importante.

Na Puericultura (acompanhamento com consultas periódicas desde 5 a 10 dias após o parto, para a orientação e promoção à saúde do bebê, sua mãe e família), não podem faltar as conversas a respeito do aleitamento materno.

Amamentar pode ser natural, mas não é simples e muito menos fácil. Requer informação, uma rede de apoio segura e acolhimento. Atualmente, não há como não levar em conta a importância da internet e das redes sociais como base, tanto para a transmissão da informação, através de sites éticos, seguros, bem como do acolhimento e troca de experiências, que correm nos grupos de mães e mídias sociais.

Com toda essa estrutura segura e focada na importância da informação, sensibilização e acolhimento dos profissionais de saúde que lidam com lactantes e seus familiares, abrangendo a sociedade como um todo, podemos, de forma eficaz e irreversível, fortalecer a saúde das crianças, desde a sua base, da sua raiz: a amamentação.

Relator: Dr. Moises Chencinski, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP.

Fonte: Boletim da Sociedade de Pediatria de São Paulo (Ano XXXIV • número 200 – JUL/AGO 2018)