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#SemanaMundialdaAmamentação2018

1 de agosto de 2018

Hoje, data de abertura da Semana Mundial da Amamentação 2018, vamos compartilhar um texto falando sobre o tema deste ano, escrito pelo presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno, da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Dr. Moises Chencinski

 #AgostoDourado #AleitamentoMaterno #AmamentaréAmor

 AMAMENTAÇÃO É A BASE DA VIDA – SEMANA MUNDIAL DE AMAMENTAÇÃO 2018

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Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram sua importância na promoção à saúde, nas questões de alimentação, imunidade, prevenção de doenças,  promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem bio-psico-físico-sociais.

Em 2018 temos a 27ª Semana Mundial de Amamentação, comemorada de 1 a 7 de agosto. Além disso, neste ano, estamos comemorando o nosso segundo Agosto Dourado. Isso quer dizer que teremos um mês inteirinho dedicado à informação e à sensibilização a respeito do aleitamento materno.

E o tema, mais uma vez, diz muito do que é o nosso conceito: Amamentação é a base da vida. A WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) reforça, como foco para este ano, que a amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas, garante a segurança alimentar para crianças, mesmo em tempos de crise, com baixo custo, sem nenhum prejuízo adicional à economia doméstica, contribuindo para se atingir as metas de desenvolvimento sustentável da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Não podemos deixar de associar a essas metas o aleitamento materno desde a sala de parto, exclusivo e em livre-demanda até o 6º mês, estendido até dois anos ou mais.

A base da vida

Mas além dessas propostas, justas e de alcance universal, vale refletir sobre o que seria a base da vida e em que a amamentação poderia contribuir a mais na saúde infantil. O aleitamento materno não começa só após o parto. Esse é um conceito que deve ser transmitido sempre que possível a toda população, de todos os cantos do mundo, para todas as idades, para todos os gêneros, independentemente da situação sócio-econômica-cultural.

Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram a importância do aleitamento materno na promoção à saúde, nas questões de alimentação (nutrição), imunidade, prevenção de doenças (infectocontagiosas, diabetes, obesidade, leucemia, entre outras), promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem bio-psico-físico-sociais.

A amamentação também protege a saúde materna, promovendo, após o parto, o retorno do útero ao seu tamanho normal de forma mais suave e rápida, favorecendo o emagrecimento, prevenindo o câncer de mama, de útero, diabetes tipo 2, depressão pós-parto, entre muitas outras doenças e condições.

A OMS, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, para atingir esses objetivos, um pré-natal adequado, além de uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação para orientações gerais (vacinação, alimentação materna), abordando a escolha do hospital, os tipos de parto, a importância do clampeamento oportuno de cordão, do contato pele-a-pele e da amamentação já na sala de parto, do alojamento conjunto e qualquer outra informação que o casal e a família julgarem importante.

Na Puericultura (acompanhamento com consultas periódicas desde 5 a 10 dias após o parto, para a orientação e promoção à saúde do bebê, sua mãe e família), não podem faltar as conversas a respeito do aleitamento materno.

Amamentar pode ser natural, mas não é simples e muito menos fácil. Requer informação, uma rede de apoio segura e acolhimento. Atualmente, não há como não levar em conta a importância da internet e das redes sociais como base, tanto para a transmissão da informação, através de sites éticos, seguros, bem como do acolhimento e troca de experiências, que correm nos grupos de mães e mídias sociais.

Com toda essa estrutura segura e focada na importância da informação, sensibilização e acolhimento dos profissionais de saúde que lidam com lactantes e seus familiares, abrangendo a sociedade como um todo, podemos, de forma eficaz e irreversível, fortalecer a saúde das crianças, desde a sua base, da sua raiz: a amamentação.

Relator: Dr. Moises Chencinski, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP.

Fonte: Boletim da Sociedade de Pediatria de São Paulo (Ano XXXIV • número 200 – JUL/AGO 2018)

Amamentação e Sustentabilidade Caminham Juntas

22 de junho de 2018

Junho, mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, está chegando ao fim, mas nunca é tarde para se falar em Preservação Ambiental e Atitudes Sustentáveis. E, por incrível que pareça, a Amamentação está totalmente ligada a este tema.

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Compartilhamos, a seguir,  uma traduzida resumida para o português de mensagem divulgada pelo WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) sobre o assunto.

Sim à amamentação. Não à Poluição Plástica

Beat Plastic Pollution” (Vença a Poluição do Plástico), o tema do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2018 é um chamado à ação para todos nós nos unirmos para combater um dos maiores desafios ambientais do nosso tempo. O tema nos convida a considerar como podemos fazer mudanças em nossa vida cotidiana para reduzir o pesado fardo da poluição plástica em nossos lugares naturais, vida selvagem e nossa própria saúde.

amamentação é um excelente exemplo das conexões profundas entre a saúde humana e os ecossistemas da natureza. O leite materno é um alimento natural e renovável que é ambientalmente seguro e verde. Em contraste, a alimentação artificial deixa uma pegada ambiental importante que contribui para um esgotamento dos recursos naturais, degradação ambiental e mudança climática de várias maneiras. A produção de leite e a produção, empacotamento, armazenamento, distribuição e preparação de fórmulas infantis causam a emissão de gases de efeito estufa e a escassez de água, o que agrava ainda mais a mudança climática. Enquanto isso, a amamentação produz zero desperdício em comparação com a alimentação artificial, já que não há desperdício de embalagens, mamadeiras de plástico ou garrafas plásticas de água. As mamadeiras e intermediários de plástico demoram muito tempo a decompor-se quando descartados e contribuem diretamente para a poluição por plásticos em todo o mundo.

Assim, a amamentação é uma decisão inteligente em relação ao clima que ajuda a garantir a segurança alimentar mesmo em tempos de crise. Proteger, promover e apoiar a amamentação como um recurso natural sustentável é crucial para a saúde do nosso planeta e do seu povo. O aleitamento materno – que vem pronto, pronto para alimentar e não requer embalagem – é uma enorme economia em termos de marcas de carbono e derrota a poluição do plástico na origem. Também impacta positivamente na sobrevivência materna e infantil, saúde, bem-estar e meio ambiente.

Amamentação e Trabalho andam juntos e com sucesso! #CentroClínicoPeruíbeapóiaaAmamentação #TrabalhoeAmamentação#AleitamentoMaterno

8 de junho de 2018

#DoaçãodeLeiteMaterno #DoeLeiteDoeVida #SaúdeMãeeFilho: Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi pediatra e especialista em Amamentação fala sobre a importância da Doação de Leite Materno no Jornal VTV do SBT.

28 de maio de 2018

Confira a entrevista

Incentivo à Doação de Leite Materno

21 de maio de 2018

Com o objetivo de mobilizar a sociedade para a importância da amamentação e doação de leite materno, foi realizado na manhã desta sexta-feira (18), em São Paulo, o lançamento da campanha nacional “Doe Leite Materno, Ajude Quem Espera Por Você”.

O ato aconteceu no V Congresso Paulista de Bancos de Leite Humano, contando com a presença do Ministro da Saúde, Gilberto Occhi. A Coordenadora do Banco de Leite de Peruíbe, referência em aleitamento materno, Dra. Ana Maria Calaça Prigenzi, esteve prestigiando o lançamento da campanha.

Fonte: Prefeitura Municipal de Peruíbe (Facebook)

Doação de Leite Humano: uma causa que merece ser lembrada todos os dias!

15 de maio de 2018

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19 de maio é o Dia Nacional de Leite Humano e o Centro Clínico Peruíbe apoia esta causa o ano todo, contando, inclusive com uma Sala de Apoio à Amamentação! Compartilhamos esta imagem da Campanha do Ministério da Saúde para lembrar e sensibilizar a todos sobre a importância desta causa!

 #DoaçãodeLeiteMaternoDoaçãodeVida #SaúdeeAmor #AbraceestaIdeia

#NotíciaBoa!

16 de abril de 2018

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Lindo incentivo à amamentação

1 de março de 2018

Ivete Sangalo emocionou a todos na sua página do Facebook, falando sobre o nascimento das filhas gêmeas

Confira o post.

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Ivete Sangalo

5 h ·

Bom dia zamurinhos! Quanta saudade de vc e dos nossos encontros. Mas, confesso que estou no mais pleno momento da minha vida! Minha família linda cresceu e estamos tão felizes que não cabe no nosso coração esse amor gigante. Mando essa foto para matar a saudade e dizer que ficarei um pouquinho mais ausente das redes sociais em função da grande atenção que eles precisam nesse momento. A amamentação é uma das coisas mais prazerosas e saudáveis para elas e para mim. Elas crescem felizes e bem alimentadas. Marcelo tem participado ativamente, enche as irmãs de carinho a atenção. E esse Papai lindo só babando e pensando em como lidar com esse amor lindo ❤️
Obrigada a vcs por tantas mensagens de amor e carinho. Amigos, fãs e família estão nutrindo nossos corações! 🙏🏻

Fonte: https://www.facebook.com/ivetesangalo/photos/a.291403113529.147355.16499888529/10156234803048530/?type=3&theater

 

Texto sobre prematuros e amamentação, maternidade, culpas.

22 de fevereiro de 2018

*Por Luís Tavares

Vai mais aí que a culpa.

Que a ferida narcísica de que fala a psicologia.

A amamentação é a resultante da interação de uma mãe organizada e pronta com seu bebê organizado e pronto.

A passagem pela UTI quebra a organização do bebê e quebra a organização materna.

Quando um bebê de uti, prematuro ou não, amamenta na sua mãezinha, a cena é composta de uma mãe com a história quebrada e de um bebê com sua história quebrada.

Jung já nos aconselha a conhecer todas as teorias e dominar todas as técnicas mas diante de uma alma humana sermos apenas outra alma humana.

Tornar-se uma alma humana diante de uma mãe de UTI é talvez o grande desafio que a equipe de saúde tem pela frente para trazer aquelas histórias maternas e do bebê arranhadas pela dor até a condição de estabilidade que vai permitir o sucesso da amamentação.

É preciso que profissional, instituição hospitalar, família, sociedade, segurança de Amparo legal , todos juntos formando um ambiente livre dos entraves que a maternidade de UTI impõe na maioria das vezes.

A baixa produção de leite é multifatorial.

Tentar resolver com medicamentos ou sistematização da ordenha é segmentar a atenção quando essa precisa ser globalizada.

Não basta um profissional capaz e humanizado.

É preciso uma UTI atenta e humanizada.

Uma família acolhida e respeitada.

Uma sociedade que garanta direitos legais de licença estendida e permanência materna junto a seus filhos.

Deixa essa coisa de culpa materna de lado. Faz tempo deixei de brigar com as culpas maternas por que elas sempre surgem ora mais fortes ora mais frágeis ora por um motivo ora por outros. Hoje em dia eu beijo essa culpa sem lutar para apagá-la, mas oferecendo substratos que permitam a minhas mãezinhas respirar além da culpa e em direção a seus sonhos.

Se uso galactogogos? Claro que uso galactogogos. Não tenho minha prática financiada por laboratório nenhum, mas uma lição que aprendi com a prematuridade é que na falta de consenso prevalece o bom senso.

Mães de bebês muito miudinhos com histórias muito sofridas e vida pessoal muito conturbada, se desejam amamentar e toda gentileza que nossa equipe a oferta não é capaz de fazê-la tornar real essa possibilidade, eu peço ajuda. E acompanho. Vou monitorando. E guardo para mim boas lembranças de resultados muito bons.

Cabe um comentário sobre a produção insuficiente de leite da mãe prematura.

Produção interna, celular, tecidual, não mensurável? Ou aquela outra medida em mililitros que escapa da mama? É bom lembrar que no meio do caminho entre uma e outra existe uma substância tímida que se esconde ao menor sinal de desarmonia. Ocitocina. Molécula da moralidade. Como trabalhar sem te magoar? Como evitar ações intempestivas que te façam se esconder

Sigamos nossas histórias ao lado de nossas mães tentando ao lado delas nos tornar menos doutores e assim nos fazermos melhores cidadãos do mundo.

* Luís Tavares é pediatra, poeta, trabalha em UTI no Rio de Janeiro.

Centro Clínico inaugura Sala de Apoio à Amamentação

9 de fevereiro de 2018
Espaço destinado para a mulher trabalhadora que amamenta retirar e estocar seu leite, durante a jornada de trabalho, para dar ao seu filho em casa ou doar a um Banco de Leite Humano, a Sala de Apoio à Amamentação já é uma realidade no Centro Clínico.
 
Localizada no Condomínio Saúde, nova ala do Centro Clínico, o objetivo da Sala de Apoio à Amamentação também é apoiar as mulheres com dificuldade para amamentar, contando com profissionais especializados, acolhimento e informações para deixar as mamães tranquilas e seguras.
 
Todo o projeto foi pensado para oferecer conforto e comodidade para as mães, num ambiente com iluminação especial e uma decoração especialmente dedicada a elas e seus filhos.

#AleitamentoMaterno #SaladeApoioàAmamentação #CentroClínicoCondomínioSaúde