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A chegada de um bebê em tempos de redes sociais

21 de março de 2016   

O nascimento de um bebê é motivo de alegria, expectativas, preparativos especiais e grandes mudanças na família. Principalmente para os pais, nos primeiros meses, existe um tempo para “elaborar” a chegada do filho.

celularFoto: Pixabay

Seu bebê nasceu e, com ele, uma nova mulher e um novo homem. Um turbilhão de dúvidas vai invadir a sua vida e não se sintam culpados por isso.

Toda a rotina é nova, tanto para os pais quanto para o bebê, que necessita 100% de atenção. Em meio a esta mudança, contamos com as redes sociais como forma de sanar as dúvidas, através de artigos focados em maternidade e compartilhados por amigos no Facebook, por exemplo, envio de um WhatsApp. As informações chegam até nós de maneira muito rápida e queremos respostas instantâneas o tempo todo. Mal dá tempo de “digerir” o que se lê ou ouve.

Será que esta velocidade toda combina com a rotina de pais e seus bebês? Vale refletir sobre o quanto as informações recebidas via Facebook ou as dúvidas encaminhadas pelo WhatsApp podem realmente resolver os momentos de incertezas e angústias que passam a fazer parte do dia a dia.

Junto com uma felicidade imensa, vem uma sensação de desamparo e, muitas vezes, quem está do “outro lado” do Whats, Face, e-mail ou SMS, não tem condições de avaliar o tamanho da nossa urgência. O pediatra ou médico da família, em muitas situações, torna-se uma referência fortíssima nesta hora. É fundamental ter um norte e contar com um profissional, buscando sempre levar seu bebê nas consultas periódicas, que são mais frequentes nas primeiras semanas e, depois, mensais.

Lembre-se de anotar suas dúvidas e aproveitar bastante o contato pessoal com o médico, pois, mesmo em tempos de tanta tecnologia, nada substitui uma conversa aberta, o face a face (Não Face a Face), o olhar do médico ali, na horinha em que você está com seu bebê, com marido, familiares ou amigos que estiverem ao seu lado na hora do atendimento. Na hora em que as dúvidas ou o cansaço impedirem de pensar com serenidade, o médico pode compreendê-lo e ajudar.

Quando temos um bebê, ouvimos todo tipo de informação, mas temos que ter em mente: não precisamos seguir tudo nem agradar a todos. Quais serão minhas referências? Escolha em quem confiar e busque não entrar na “pilha” das redes sociais e das respostas imediatas.

É essencial ter foco na manutenção da harmonia do lar, do casal, afinal, vocês, pais, são tudo para o seu bebê, são o seu pilar e quem apresentará o mundo para ele.

É preciso resgatar a essência das coisas, olhar para vocês mesmos, considerar mais o bom senso, o sentimento, do que a tecnologia e as milhares de informações que chegam até nós numa velocidade que mal nos permite respirar. É claro que isso não significa viver alheio às inovações, mas dar o peso correto a elas. Quantos conflitos a comunicação instantânea já causou? Cada um de nós já ouviu falar em encrencas geradas por contatos precipitados por e-mail, WhatsApp, inbox no Face ou um desabafo na rede social.

Nossas decisões dentro do relacionamento familiar e com uma nova vida em casa precisam de mais alegria, serenidade, criatividade e amor, do que de respostas imediatas.

Tenha certeza: vocês, pais e seus bebês, com o passar dos meses, aprenderão a se conhecer cada dia melhor e a conviver com as dúvidas, os medos, a ansiedade, os conflitos, que são muito naturais. A diferença é como vocês lidarão com tais sentimentos. Que tal recuperar a magia da nova vida que as gerações anteriores cultivavam? Fica o convite!

Até o final da semana, vamos preparar um novo post do “Aconhego” especialmente para você! Até lá!

Mamãe, que tal reservar um momento só para você?

11 de março de 2016   

imagem post 3

Esta semana foi comemorado o Dia Internacional da Mulher e, como dizem, merecíamos homenagens e comemorações todos os dias diante de tantos papéis que desempenhamos em nossa rotina: mães, profissionais, donas de casa, estudantes, esposas, administradoras de tudo e todos que nos cercam. Ufa! Resolvemos dedicar este post a vocês, mulheres superpoderosas, mulheres maravilha, incríveis e incansáveis que fazem mil coisas ao mesmo tempo com tanta habilidade e amor, para fazer um convite: tire uns instantes para olhar para si mesma.

Especialmente você, que tem um bebê de 0 a 6 meses, e está totalmente envolvida nos cuidados com seu filho, em meio a um aprendizado imenso e um turbilhão de emoções, conte com o apoio do marido, da família ou amigos, e dedique algumas horinhas para fazer algo que goste muito: ler, pintar, ir ao salão, comer o seu doce preferido, assistir a um bom filme, ouvir música, caminhar…  Não, você não estará sendo egoísta ou deixando de ser uma boa mãe.

Ao contrário. Sair um pouco de cena, vai te deixar ainda mais feliz e preparada para encarar os desafios da maternidade. Inclua na sua semana uma atividade voltada apenas para você. Presenteie-se com este momento e sinta-se merecedora dele.

O seu bebê sente o que você sente. Se você estiver tranquila, alegre, bem cuidada e realizada, esta felicidade vai refletir nele também, por isso, lembre-se sempre de respirar, observar ao redor, sair da rotina, um pouquinho que seja.

Feliz todo dia para vocês, mulheres! O post da semana que vem já sendo preparado com todo carinho para vocês. Até lá!

Doação de Leite Materno = Doação de Amor e Vida

4 de março de 2016   

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O aleitamento materno salva vidas. Esta afirmação deve ter sido ouvida e lida por você inúmeras vezes. Já pensou no alcance disso? Pensamos neste tema para o Blog, porque é totalmente ligado ao amor.

A captação de doadoras de leite humano é um desafio e precisa ser incentivada, através da divulgação da existência e das atividades de um banco de leite, como o que temos em Peruíbe/SP (Casa da Mulher e da Criança).

As orientações sobre amamentação, lactação e Banco de Leite Humano devem iniciar no pré-natal, a fim de conscientizar e preparar psicologicamente a mãe, e precisam ser intensificadas no pós-parto, quando ocorre efetivamente a lactação. Por isso, o papel do banco de leite no apoio à mulher faz a diferença no reconhecimento de uma possível doadora.

Doar leite é doar vida e amor.  Mães que por diversas razões não podem amamentar seus filhos e bebês que ficam internados ao nascer, por exemplo, são beneficiados de uma maneira muito especial com a doação de leite materno e que vai fazer a diferença para sempre em suas vidas.

Tanto as mães que doam seu leite, quanto as que recebem para seus filhos, merecem todo o nosso respeito e admiração, pois são mulheres dotadas de muita coragem, generosidade, desprendimento e amor ao próximo.

Mas quem pode ser doadora? Algumas mulheres quando estão amamentando produzem um volume de leite além da necessidade do bebê, o que possibilita que sejam doadoras de um Banco de Leite Humano.

Toda a mulher que esteja amamentando pode doar leite. Segundo o Ministério da Saúde, as doadoras são nutrizes sadias que apresentam secreção láctea superior às exigências de seu filho e que se dispõem a doar, por livre e espontânea vontade, o excesso clinicamente comprovado.

Promover, proteger e apoiar o Aleitamento Materno é uma responsabilidade social da comunidade. Cada um pode fazer a sua parte: mães doadoras de leite, mães que podem incentivar e divulgar esta ideia, além de amigos, familiares, pessoas do seu trabalho, escola, faculdade…

Informar-se sobre o assunto e abraçar esta causa é um Gesto de Amor que faz toda a diferença na vida de muitas mães e bebês!

Mandem suas dúvidas, comentários e sugestões! Semana que vem vamos preparar um novo post, recheado de carinho e aconchego para vocês! Até lá!